Terra

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terça-feira, 9 de maio de 2023

Comemoração do dia da Europa

Hoje comemorámos o Dia da Europa.

A data assinala o aniversário da histórica «Declaração Schuman».

Robert Schuman e Jean Monnet sonharam a criação de um espaço de cooperação entre os países, para que a Paz fosse duradoura e garantisse a prosperidade dos cidadãos europeus.

Neste dia, recebemos os alunos do sexto ano da Escola de Santa Clara, que participaram ativamente nas atividades.

Foi a oportunidade de reconhecermos a importância da União Europeia, recordando as suas instituições e o caminho percorrido até 2023.

Agradecemos a presença do Senhor Diretor, que reforçou a importância da União Europeia e deu a conhecer os projetos de intercâmbio internacional em que, alunos e docentes do Agrupamento, estão envolvidos.

A culminar este encontro, imbuídos do espírito original da criação, em 1957, da CEE, fomos brindados com a atuação de alguns alunos que, briosamente, interpretaram o Hino da Alegria.

 

 Manhã 




  

Tarde

 





Publicado por José Almeida


terça-feira, 28 de março de 2023

HÍDRICOS guerreiros

 Se os humanos tivessem batizado o seu planeta a partir de um olhar do espaço, este ter-se-ia chamado água. É um composto químico constituído por dois átomos de hidrogénio ligados a um de oxigénio. Esteve sempre presente na história da humanidade, a escassez de água pode levar ao declínio da prosperidade, à queda de civilizações e ao desaparecimento de culturas. Admite-se que a queda do Império Romano se poderá em parte atribuir à diminuição da quantidade de água. É essencial à vida: o corpo humano tem aproximadamente 70% de água. Com o crescimento da população humana (no passado dia 15 de novembro atingiu os 8 mil milhões de habitantes), consome-se cada vez mais água, as fontes estão a ficar poluídas e as alterações climáticas estão a desestabilizar o seu ciclo. À medida que as atividades se desenvolvem, a água torna-se ela própria mais escassa (70% é usada na agricultura: existem técnicas cada vez mais económicas, podemos falar de uma verdadeira «revolução azul»). O 6.º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030), procura garantir o acesso de todos à água e ao saneamento e assegurar uma gestão duradoura dos recursos hídricos. Mas em 2022, 600 milhões de pessoas não tinham um acesso mínimo a água potável e mais de 1,2 mil milhões a saneamento.

Os oceanos cobrem 71% da superfície da Terra e representam quase 97,5% da massa total de água (salgada). A água doce representa 2,5%, mas destes, 87% não são acessíveis (a maior parte está concentrada nos mantos de gelo da Antártida e da Gronelândia). A criosfera desempenha um papel fundamental no ciclo da água É abundante e não há escassez de água doce a nível mundial, os problemas relacionados com este recurso resultam da sua distribuição desigual em termos espaciais e temporais. Os lagos são os maiores reservatórios superficiais de água doce. A que está facilmente acessível apenas representa cerca de 0,7% das reservas mundiais. As regiões com maiores pluviosidades do globo encontram-se onde os fluxos provenientes dos oceanos (fonte) se encontram com obstáculos montanhosos (Himalaia). O rio Amazonas contém mais de 3000 espécies de peixes, das quais 1800 são endémicas. As áreas húmidas estão em risco, existe a sobreexploração dos recursos subterrâneos e é preocupante a poluição de origem agrícola, industrial e urbana (os pobres são as primeira vítimas destes desastres ecológicos: doenças relacionadas com a água, como a cólera). Em África os riscos relacionados com a água são enormes para as populações: as secas e as inundações, são as mais mortíferas. A catástrofe do mar de Aral é um cado de múltiplas crises da água. As novas tecnologias de tratamento das águas (ETAR…), a irrigação moderna, têm possibilitado melhorias nos ecossistemas hídricos. A Em Israel, cerca de 85% da água doce para consumo humano ou para a irrigação, provem do mar Mediterrâneo, após a dessalinização. Os Estados devem colaborar no desenvolvimento de projetos hídricos (como por exemplo das grandes barragens). 

Apesar de ser um território relativamente pequeno, Portugal apresenta assimetrias em termos hidrológicos. A barragem do Alqueva representa um pouco mais de quatro albufeiras de Castelo do Bode, que é a principal fonte de abastecimento de água a Lisboa. A escassez que nos afeta é um problema estrutural, bem diferente de uma seca, que vai e vem (risco hidrológico).

A professora de História, Maria José Neto em cooperação com os professores de Geografia, José Abrantes, Lucília Almeida e João Vaz, nas aulas partilhadas, arquitetaram Atividades de Projeto sobre a água, com alunos de três turmas do 7.º Ano: A, B e C.

Os trabalhos foram sendo elaborados ao longo das últimas semanas, articulados com os professores. Chegado o dia 22 de março, Dia Mundial da Água, no grande auditório da escola, os alunos foram os principais palestrantes e dinamizadores: autênticos fazedores de informação e do conhecimento (competências cognitivas). Com muita elegância apresentaram e partilharam as suas propostas, trabalhos com engenho e arte, focando vários domínios relacionados com o uso eficiente e proactivo da água: a começar por gestos diários em casa (desligue bem a água enquanto escova os dentes…), identificaram e localizaram fontanários locais e regionais, destacaram a importância estratégica do espelho de água da barragem do Caldeirão (abastecimento e produção de energia), apresentaram inovadoras infraestruturas de reutilização das águas pluviais, etc. Afixaram outros trabalhos, que se revelaram muito criativos e de grande valor estético. Disseminaram marcadores de livros, alusivos a Antigas Civilizações da Mesopotâmia (Tigre e Eufrates), do Vale do rio Indo, do Vale rio Amarelo, das cheias periódicas do rio Nilo, elaborados pelos próprios. No final, ainda houve tempo para atividades sem ecrã: sopa de letras e jogo de palavras-cruzadas, etc. Através desta iniciativa quisemos deixar a nossa pegada educativa para um futuro sustentável, despertar consciências por este recurso precioso, finito e ameaçado, promover mudanças comportamentos individuais (uso eficiente e gestão inteligente da água). Em suma, agirmos e percebermos que cada um de nós impacta a Terra todos os dias. Foi uma manhã extraordinária e muito enriquecedora do ponto de vista cultural e humano (aprendizagem social e emocional). Os participantes saíram satisfeitos e com certeza mais felizes.

Prof. João da Cunha Vaz (22 de março de 2023)

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Classificação Peddy Paper

 Classificação das equipas participantes:

  1. Bacalhoas
  2. Esquilos
  3. Girassol
  4. Fantos
  5. 3 Mosqueteiros 
  6. Maravilha
  7. Falcão
  8. Onze
  9. Cavalos
  10. Sol
  11. Urso Supremo
  12. Miráculos
  13. Tulipas
  14. bando do 4
  15. Camelos
  16. Emo Góticos
  17. Loiras Platinadas
  18. Power Rangers
  19. Chikipaus
  20. Swift
  21. Jogadoiras
  22. Exploradores
  23. Winx
  24. Poderosos


Peddy paper de Geografia

O dia de hoje foi de muita animação pelos espaços da escola, por onde passaram, com entusiasmo e espírito competitivo, as equipas participantes. Foi uma oportunidade de convívio entre alunos de diferentes turmas e anos de escolaridade.

As expectativas foram superadas, com a participação de 24 equipas , num total de 94 alunos. 













O nosso Mural em "perpétuo movimento"...

Este mural estará sempre à tua disposição para deixares a tua mensagem geográfica.











quinta-feira, 3 de novembro de 2022

A sala de Geografia sem... mochilas!

 Um dia diferente... também para a Geografia.



Hoje deixámos a mochila em casa

 A sala de Geografia está diferente.

Agora tem um espaço onde podemos verter tudo aquilo que em nós é Geografia:

 O Mural de Geografia



A Ana e a Inês deram uma ajuda na identificação deste Mural.



segunda-feira, 6 de junho de 2022

Estocolmo+50 | UNEP50: “A Terra já não é azul, um planeta sob pressão”

 O mês de junho é pródigo em efemérides relacionadas com a ecologia e o ambiente, de entre as quais destaco: 5, Dia Mundial do Ambiente; 8, Dia Mundial dos Oceanos; 17, Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. O início do Verão (Solstício) ocorre no dia 21 de junho, pelas 10h14´ (ritmos circanuais).

 Durante mais de 90% do tempo da nossa existência sobre a Terra vivemos como recolectores e caçadores. A nossa civilização industrial (o início da primeira Revolução Industrial no final do século XVIII) encontra-se numa encruzilhada. Sobretudo desde o final da II.ª Guerra Mundial, até aos nossos dias, aceleraram-se as alterações globais de origem antropogénicas. O crescimento da população mundial (em 2007, pela primeira vez na história, a maioria dos seres humanos vivia em áreas urbanas), a melhoria e facilidades da mobilidade geográfica, proporcionada pelos diferentes modos de transporte, a massificação dos fluxos de informação e as atividades económicas colocam a nu a pressão exercida sobre os recursos naturais, a natureza e os territórios: delapidação e esgotamento de matérias-primas, perda de biodiversidade (desflorestação…) e de habitats (extinção das espécies), a destruição das paisagens, a degradação dos solos, a poluição dos rios, etc. Urge fazer mudanças na forma como consumismo e, sobretudo, como produzimos. Os ecossistemas produzem serviços (ar puro, água, sequestro de carbono, alimentos…) que contribuem para 50% do PIB mundial. Só conseguimos salvar os oceanos se mudarmos a economia do mar e deixarmos de apostar em áreas insustentáveis (os oceanos absorvem 90% do excesso de calor que resulta dos gases com efeito de estufa). Temos de fazer a transição para uma economia que não assente em combustíveis fósseis, a China e os EUA representam 42% das emissões totais de CO2, e diversificar as fontes de energia limpa (apesar de terem os seus problemas específicos), como preconiza o Pacto Ecológico Europeu. 

A pandemia, a pobreza e a guerra acarretam sempre um enorme desperdício de recursos. O aquecimento global e as consequentes alterações climáticas provocam impactos gravosos. Atualmente, estamos num período interglaciário que teve início há cerca de 12 mil anos, centenas de milhões de pessoas vão sofrer com o degelo acelerado o que provoca a subida do nível do mar, cerca de 3,6 milímetros por ano, em que cidades e ilhas ficam submersas (ilhas do Pacífico: Tuvalu, Kiribati, Palau ou Fiji). Os fenómenos meteorológicos são cada vez mais extremos, mais intensos e frequentes: tornados, ciclones tropicais, ondas de calor, secas e precipitações diluvianas. Registam-se incêndios devastadores, migrações forçadas, colapso da permafrost (solo e rocha permanentemente gelados), das latitudes setentrionais da criosfera, etc.

 A crise ambiental global, associada ao extremar das desigualdades sociais, ameaçam hoje, a paz e a sobrevivência da Humanidade na Terra. O biogeógrafo Miguel Bastos Araújo considera o seguinte “gasta-se mais dinheiro a destruir a natureza do que recuperá-la e é improvável que se consiga reverter o caminho da destruição natural do planeta sem medidas drásticas”. Devemos ver a Natureza como um empréstimo a prazo, que tem como fiador as gerações mais novas e as futuras. Preservar o Território e a sua Biodiversidade é garantir, em primeira análise, a nossa sobrevivência. É necessário um imenso esforço colaborativo de todos para que promovem a restauração do equilíbrio da Terra (Pacto Global para o Ambiente). Há esperança se agirmos e percebermos que cada um de nós impacta o planeta Terra todos os dias. Por uma Terra saudável, que funcione bem, para a prosperidade de todos.

 

João da Cunha Vaz | 5 de junho de 2022.


quarta-feira, 11 de maio de 2022

Comemoração dia da Europa

Na passada segunda-feira assinalou-se, na Escola Secundária Afonso de Albuquerque, o dia da Europa. Nas aulas de Geografia fez-se uma breve referência ao contexto histórico e geográfico da nossa casa comum, que hoje se depara com muitas perplexidades, desafiando-nos a perseverar no caminho da paz, da prosperidade e da sustentabilidade.

Depois da declaração de Robert Schuman, em 9 de maio de 1950, tão atual nos dias de hoje, devemos estar à altura de continuar esse sonho.

Para dar brilho, e reforçar com esperança o futuro da Europa, alguns alunos das turmas G e H do sétimo ano e A do oitavo ano deram o seu contributo generoso brindando-nos, com o seu talento, na interpretação do Hino da Alegria. 

O aluno João Borges, da turma A do nono ano,  colaborou nas atividades passando, na rádio da escola,  uma playlist dedicada a muitos dos países membros da União europeia.





Publicado por José Almeida

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Dia da Europa - pacífica e sustentável


Dos seis continentes, a Europa é o único localizado exclusivamente no Hemisfério Norte. Um espaço geográfico bem definido por fronteiras naturais, geralmente por oceanos/mares. Com uma extensão territorial de aproximadamente dez milhões de quilómetros quadrados, apenas a Oceânia fica atrás, representado a Rússia europeia quarenta e três por cento do território. Conta com cerca de 740 milhões de habitantes (UE: 480 milhões). A recuperação após a guerra trouxe consigo uma novidade, a integração económica com a Declaração Schuman, a 9 de Maio de 1950, que deu origem à Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e ao Mercado Comum Europeu (reconstrução e reconciliação franco-alemã). Prossegue a ideia “passo a passo” de Jean Monnet, de seis passou a vinte e sete Estados-Membros, independentes a partilharem soberania com o propósito de garantirem a paz e desenvolvimento, um dos processos mais notáveis da humanidade. E a economia dos parceiros europeus é uma das mais fortes do mundo (PIB por habitante, em euros, 2012, 24000 / UE:27300-Thomas Piketty), o maior mercado do mundo, continua a ser um dos melhores espaços do mundo para se viver. Assinalam-se os 20 anos da moeda única-euro. Afirmação das mulheres nas instituições europeias: a maltesa, Roberta Metsola, Presidente do Parlamento Europeu; a alemã, Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia; a francesa, Cristine Lagarde, Presidente do Banco Central Europeu. Neste momento nem tudo está bem ou vai pelo melhor caminho neste paraíso da Terra: recentemente o Reino Unido abandonou este projeto (Brexit), assistimos horrorizados a invasão de um país europeu por outro país europeu. Isto prova que o desenvolvimento não incluiu necessariamente sabedoria.

Projeto único no mundo, a que Portugal tem o privilégio de pertencer desde que a 1 de janeiro de 1986, assumiu o seu lugar como membro das Comunidades Europeias, produziu-se o reencontro do nosso país com a Europa. Tem beneficiado enormemente das ajudas europeias. Possibilitou maior afirmação externa, mais confiança nos nossos valores, mais desenvolvimento económico, mais iniciativa empresarial, mais modernização de infraestruturas, etc. Um português, durão Barroso, já liderou a Comissão Europeia. Nem tudo está bem, o rendimento português desceu de 91% da média da União Europeia a 28 EM, em 2004, ano do alargamento, para 74% em 2021 (21.ª posição). Temos recordes da carga fiscal, uma das maiores dívidas públicas do mundo e a energia mais cara da Europa. Temos de modernizar o tecido económico, criar condições para manter e atrair talentos, privilegiar o combate às desigualdades sociais e às assimetrias regionais.

Quem diz cultura diz liberdade e diz diferença. A Europa tem na liberdade e na diferença - de que o pluralismo linguístico constitui privilegiada expressão - condição e garantia da sua diversidade (George Steiner - A Ideia de Europa). O futuro deveria preocupar-nos a todos porque é lá que teremos de viver o resto das nossas vidas (Charles Kettering), o que acontecer no futuro depende de nós pois, a população virtual do Mundo, na próxima década, ultrapassará em números a população mundial.

“Aquilo que de teus pais herdaste, merece-o para que o possas possuir”, Fausto Goethe. 

Prof. João da Cunha Vaz

Visita de Estudo - Disciplina de Geografia - 11º ano - Estrela Geopark

 Sexta-feira, 6 de maio de 2022 - Saída de campo

Aproxima-se a passos largos, e a dias cada vez maiores, o solstício de junho. O mês de maio deu-nos, esta sexta feira, um dia excelente para, respirando fundo, desafiarmos os nossos sentidos na exuberância da Primavera.

 A visita desenvolveu-se em articulação com uma das proposta dos Programas Educativos da Associação Geopark Estrela. A escolha fez-se pelo percurso PP3 “Da Geologia à ocupação humana”, que teve como locais/geossítios a visitar o Miradouro do Mocho Real, o  Museu de Tecelagem de Meios e o Miradouro dos Trinta (Meandros do Alto Mondego).

O grupo constitui-se por 47 alunos, 3 professores e 2 técnicas da Associação Geopark Estrela.


Miradouro do Mocho Real



Museu de Tecelagem dos Meios









Vista panorâmica - Passadiços do Mondego



Publicado por José Almeida

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Ucrânia: a nação e os cidadãos com os direitos violados

Em Geografia analisamos a Carta das Nações Unidas e, no caso da Ucrânia  demos destaque ao ponto quatro do artigo segundo:

"Os membros deverão abster-se nas suas relações internacionais de recorrer à ameaça ou ao uso da força, quer seja contra a integridade territorial ou a independência política de um Estado, quer seja de qualquer outro modo incompatível com os objetivos das Nações Unidas".

Neste momento na Ucrânia os cidadãos veem os seus direitos violados. Na aula analisamos a Declaração Universal dos Direitos do Homem: 

Artigo primeiro: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Na disciplina de inglês foi sugerido que fizéssemos um trabalho de apoio à Ucrânia.


                                         Trabalho realizado por: Ana Costa e Maria João -9ºC


Publicado por: Francisco Ferreira, 9ºC


sexta-feira, 1 de abril de 2022

Pensamos para dentro da caixa!

 Hoje assumimos que podemos dar, todos os dias, um contributo para melhorar o ambiente pela separação dos resíduos que produzimos.

A nossa sala passou a ter uma caixa onde colocaremos embalagens e papel.





Publicado por: Dinis Gaspar  9ºD

quinta-feira, 10 de março de 2022

Os direitos das crianças na Ucrânia de hoje

    

 Hoje fizemos uma reflexão sobre os direitos humanos e, particularmente, sobre os direitos das crianças. As principais vitimas da guerra da Ucrânia são as crianças que ficam privadas da educação, do acesso à saúde, de uma habitação segura, do lazer e de um ambiente familiar estruturado.




Todas as crianças têm direito a voar


publicado por Júlia Águas, 9ºA



sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

o muro da vergonha - Lima - Perú

 Na cidade de Lima,  a capital do Perú, há um muro de betão que separa ricos e pobres. Aqui as desigualdades sociais e raciais atingem um nível extremo. 



Publicado por Cláudia Vaz, 9ºD

domingo, 5 de dezembro de 2021

Um pequeno contributo para perceber o conflito Ucrânia-Rússia

 A Ucrânia

 

Um país de Contrastes


Na região ocidental, a maioria dos habitantes fala ucraniano e apresenta maiores afinidades com a possibilidade de pedir a adesão à União Europeia

Na região oriental do país, são maioritários os habitantes que falam russo, por descenderem de famílias com origem na Rússia. Nesta região há uma maior aproximação à Rússia

 

 

Com esta divisão étnica e linguística emergiram conflitos internos, que condicionam a estabilidade politica e económica da Ucrânia.

 

Anexação da Crimeia em 2014



Publicado por: José Almeida


Fontes:

https://noticias.r7.com/internacional/entenda-o-motivo-da-tensao-na-fronteira-da-russia-com-a-ucrania-20042021

https://www.preparaenem.com/geografia/russia-ucrania-disputa-pela-crimeia.htm

https://www.radiohc.cu/pt/especiales/comentarios/177648-nova-crise-entre-russia-e-ucrania

https://www.infoescola.com/historia/tomada-da-crimeia-pela-russia-2014/

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

2015 ficará na história como o ano da definição da Agenda 2030, constituída por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Agenda 2030 é uma agenda alargada e ambiciosa que aborda várias dimensões do desenvolvimento sustentável (sócio, económico, ambiental) e que promove a paz, a justiça e instituições eficazes. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável têm como base os progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, estabelecidos entre 2000 e 2015, e são fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo. A Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são a visão comum para a Humanidade, um contrato entre os líderes mundiais e os povos e “uma lista das coisas a fazer em nome dos povos e do planeta”.

Ler esta notícia em: https://unric.org/pt/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/

 


Publicado por: José Almeida

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Dia do Patrono - jogos tradicionais

No âmbito das atividades do Dia do Patrono, no dia 17 de dezembro, o grupo de Geografia desafiou a comunidade escolar a recordar as antigas brincadeiras, que apelaram a uma maior interação entre participantes, afastando os dedos e os olhos de ecrãs digitais.
Provou-se que estes jogos tradicionais despertam interesse e proporcionam momentos divertidos em alegre convívio. 




segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Geosolidária 2018


No âmbito da comemoração do dia do patrono do Agrupamento, o grupo da disciplina de Geografia promoveu, mais uma vez, a atividade Geosolidária, envolvendo os alunos e os docentes da disciplina . 

Com ela conseguiu-se constituir cinco cabazes de Natal que foram entregues a famílias carenciadas da cidade e de uma aldeia do concelho.


O grupo de Geografia agradece a todos aqueles que  com o seu gesto solidário contribuíram para fazer sorrir uma família.

 Votos de um excelente ano de 2019